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Betano no Brasil: como uma marca grega virou líder de mercado

O mercado regulado de apostas do Brasil tem pouco mais de dois anos, e uma marca já abriu uma vantagem clara sobre um campo lotado de operadoras internacionais: a Betano, a marca de apostas esportivas e cassino do grupo grego Kaizen Gaming.

De desafiante a líder de mercado

No início de 2025, a Betano detinha cerca de 18% do mercado brasileiro de apostas. No começo de 2026, esse número já tinha subido para cerca de 27% — a maior participação entre todas as operadoras, à frente de nomes consolidados como a Bet365. A Betano registrou cerca de 11 milhões de usuários mensais ativos no Brasil só no primeiro trimestre de 2025, uma escala que poucas concorrentes alcançaram desde que o mercado foi totalmente regulamentado.

Esse crescimento não aconteceu por acaso. A Betano apostou no futebol com mais força do que quase qualquer outra operadora, apostando — em todos os sentidos — que o caminho mais rápido até a atenção do apostador brasileiro era a camisa do clube.

O acordo com o Flamengo: o maior patrocínio de camisa do futebol brasileiro

Em 2024, a Betano assinou um patrocínio com o Flamengo, o clube com mais torcedores do Brasil, em um valor estimado de R$268,5 milhões por ano, válido até 2028. É o maior acordo de patrocínio da história do futebol brasileiro — maior do que qualquer acordo de camisa já assinado por uma marca nacional com um clube da Série A.

Além do acordo com o Flamengo, a Betano deteve o naming rights do próprio Campeonato Brasileiro Série A — o “Brasileirão Betano” — nas temporadas de 2025 e 2026, além do naming rights do Guia do Brasileirão, da revista Placar. Poucas marcas no mundo associaram seu nome de forma tão direta à principal competição de futebol de um país.

Um mercado de patrocínios lotado — e em transformação

Os patrocínios de casas de apostas são uma constante no futebol brasileiro desde o início da regulamentação: em agosto de 2026, cerca de 12 dos 20 clubes da Série A tinham uma operadora de apostas como patrocinadora-máster, em acordos que somavam cerca de R$1 bilhão — uma queda em relação aos 18 de 20 clubes de 2025, à medida que o aumento da tributação sobre apostas (subindo de 12% em 2025 para 13% em 2026, com previsão de chegar a 15% até 2028) levou algumas operadoras a reduzir o investimento em marketing. O acordo da Betano com o Flamengo, travado até 2028, seguiu como um dos poucos megapatrocínios a sobreviver intacto a esse aperto.

Leia o perfil completo da Betano — grupo, catálogo e pagamentos →

A combinação de escala de liderança de mercado com a camisa mais visível do futebol brasileiro é boa parte do motivo pelo qual o nome Betano hoje é sinônimo de apostas de futebol para milhões de torcedores brasileiros — dentro de campo e dentro do app.

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